CONSTRUINDO GRÁFICOS DE FUNÇÕES RACIONAIS
Analisando Gráficos de Funções Racionais da Forma
onde o Grau de f(x) < o Grau de g(x).
Uma função racional é uma função
f
da forma
, onde
p(x)
e
q(x
) são polinomiais.
Para uma função racional tal como
,o domínio da função e a assímptota vertical pode ser determinada pela fatoração do denominador,colocando cada fator igual a 0, e solucionando cada equação resultante. Observe como Maple V pode atender esse processo.
> restart;
> y:=(x+1)/(x^2-x-6);
> factor(y);
Quais são os zeros do denominador?
R: x = 3 e x = - 2
Quais valores de x devem ser excluidos do domínio?
R: 3 e - 2
Descreva o domínio da funçao f.
R: { x | -
< x < -2 U - 2 < x < 3 U 3 < x <
}
Preveja as equações das assímptotas vertical.
R: x = 3 e x = - 2 .
Examine o gráfico de
.
> restart;
> h:= (x+1)/(x^2-x-6);
> plot(h,x=-6..4,y=-6..6);
Compare a posição prevista da assímptota vertical com a posição da assímptota vertical indicada pelo gráfico acima.
R: Eles são os mesmos.
Identifique todas as assímptotas verticais para essa função racional.
R: x = -2 e x = 3 .
Baseado no gráfico, descreva o que acontece ao valor de y enquanto x se torna muito grande (aumenta sem limites).
R: O valor de y aproxima-se de 0 enquanto x se torna muito grande.
Torna-se muito pequeno (decresce sem limite).
R: O valor de y aproxima-se de 0 enquanto x torna-se muito pequeno.
Existe qualquer valor de y o qual o gráfico aproxima? Se existe, determine este valor e expresse como uma equação.
R: y = 0 .
Analisando Gráficos de Funções Racionais da Forma
onde o grau de f(x) = grau de g(x)
Examine o gráfico da função
.
> restart:
> with(plots):
> y[1]:=3*x^3/(x^3+1):
> plot(y[1],x=-3..3,y=-10..10);
Baseado no gráfico de
, determine a equação da assímptota horizontal .
R: y = 3 .
Fatorando o denominador de
se torna o seguinte.
R:
> factor (y[1]);
Note que a fatoração do Maple não abrange os números complexos.
Preveja o número da assímptota vertical e justifique sua previsão.
R: Irá existir uma assímptota vertical desde que exista um valor real que pode levar o denominador a ser igual a 0.
Compare o número da assímptota vertical indicada pelo gráfico com a sua previsão.
R: Ambos os gráficos e a previsão baseada na forma fatorada da equação sugerida possuem uma assímptota vertical.
Escreva a equação(s) de qualquer assímptota(s) vertical .
R: x = -1 .
Considere o gráfico de
.
> restart:
> with(plots):
> y[2]:= 2*x^4/(x^4-1):
> plot(y[2],x=-3..3,y=-10..10);
Olhando o gráfico, determine a equação de qualquer assímptota horizontal.
R: y = 2 .
A equação(s) de qualquer assímptota vertical pode ser obtido fatorando e/ou construindo gráficos.
> factor(y[2]);
Determine as equações de qualquer assímptota vertical.
R: x = -1 e x = 1 .
Examine o gráfico linha de
=
2
adicionado ao gráfico de
.
> restart:
> with(plots):
> a:=(plot (2,x=-2..2,y=-20..20)):
> b:=(plot (2*x^4/(x^4-1),x=-2..2,y=-20..20)):
> display({a,b});
Como esse gráfico linha compara para a determinação clássica da assímptota horizontal ?
R: O gráfico linha está na mesma posição da assimptota horizontal.
Formule uma conjectura com relação a posição da assímptota horizontal para funções racionais cuja potência dos numeradores são iguais as potências dos denominadores.
R: Uma assímptota horizontal para uma função racional cujo potência do numerador é igual a potência do denominador está posicionada em y igual ao raio, formado usando o coeficiente da maior potência no numerador e o coeficiente da maior potência no denominador.
Analisando Gráficos com Assímptotas Oblíquas
Considere o gráfico de
.
> restart:
> with(plots):
> y[5]:=(16*x^2-4*x-8)/(x-1):
> plot(y[5],x=-4..4,y=-20..60);
Determine as equações de todas as assímptotas verticais.
R: x = 1 .
Discuta o que você observa do gráfico sobre assímptota horizontal e oblíqua.
R: Não existe assímptota horizontal , e sim uma assímptota oblíqua.
Qual é a relação existente entre o grau do numerador e o grau do denominador?
R: O grau do numerador é um a mais do que o grau do denominador.
Examine abaixo como a equação da assímptota oblíqua é determinada algébricamente usando o Maple V .
> expand(y[5]);
Como o valor de x aumenta sem limite, o termo envolvendo x - 1 aproxima-se de zero e a equação y = 16x + 12 é a assímptota oblíqua.
Adicionando a equação da assímptota oblíqua ao gráfico da função racional produzimos o seguinte gráfico.
> restart:
> with(plots):
> a:=plot((16*x^2-4*x-8)/(x-1),x=-5..5,y=-20..100):
> b:=plot(16*x+12,x=-5..5,y=-20..100):
> display({a,b});
Aprofundando seus Conhecimentos
Considere uma função racional com uma assímptota horizontal de y = - 2 e vertical de x =-5 e x = 2 .
Determine uma equação satisfazendo estas condições.
NOTA: As respostas irão variar.
> restart;
> y[8]:=(-2*x^2)/((x+5)*(x-2));
> expand(y[8]);
Construa o gráfico da função racional e esta assímptota horizontal.
> with(plots):
> c:=plot(-2*x^2/((x+5)*(x-2)),x=-20..10,y=-6..4):
> d:=plot(-2,x=-20..10,y=-6..4):
> display({c,d});
Uma função racional tem uma assímptota vertical de x = -3 e uma assímptota oblíqua de y = 4x - 2 .
Determine uma equação satisfazendo estas condições.
NOTA: As respostas irão variar.
> restart;
> (4*x-2)*(x+3);
> expand(%);
> y[10]:=(4*x^2+10*x+18)/(x+3);
Construa o gráfico da função e desta assímptota oblíqua.
> restart;
> with(plots):
> a:=plot ((4*x^2+10*x+18)/(x+3),x=-10..5,y=-100..50):
> b:=plot (4*x-2,x=-10..5,y=-100..50):
> display({a,b});
Explique onde uma função racional pode ter ambos uma assímptota horizontal e uma assímptota oblíqua .
R: Uma função racional pode não ter simultâneamente uma assímptota horizontal e uma assímptota oblíqua já que uma assímptota horizontal ocorre quando o numerador e denominador tem potências iguais, e uma assímptota oblíqua ocorre quando a potência do numerador é maior do que a potência do denominador.